SPMS – um caso de dissociação cognitiva

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2017.12.12

acacio gouveia 1

Acácio Gouveia
Médico de Família

Visão sem ação é sonho, ação sem visão é pesadelo
Provérbio japonês

Li, com curiosidade, a entrevista do Prof. Henrique Martins publicada dia 15 deste mês. Li “e ri como quem tem penado muito” (para parafrasear Alberto Caeiro). E tem penado às mãos do inefável equipamento com que o nosso querido líder informático faz o obséquio de nos torturar. Se alguma dúvida existia quanto à capacidade da IA se complementar com emoções artificiais, o SI do SNS tem demonstrado possuir uma paleta suficientemente diversa de estados de espírito que contribuem para entreter, isto é, esfrangalhar o tino dos profissionais no terreno. Umas vezes amua o nosso SI e a lentiiiidãããooo instala-se. Outras vezes, dá-lhe para a brincadeira e presenteia-nos com animados bugs, a que, por óbvia falta de sentido de humor, não achamos grande piada. (Azar nosso, que levamos com eles quer gostemos quer não). O pior é quando se deixa tomar pela ira e então para. Pura e simplesmente finca pé e, nem à mão de Deus Padre, se move. Trabalhar com os SI do SNS nunca é monótono. As surpresas informáticas, contrariamente aos cogumelos que escasseiam devido à seca, proliferam e há sempre animação.

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Informação Jurídica do SMZC n.º 2/2017 GUIA DA PARENTALIDADE

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GUIA DA PARENTALIDADE

Numa altura em que o Sindicato dos Médicos da Zona Centro tem sido muito procurado pelos seus associados com vista a obter informações e pareceres sobre o regime da parentalidade, decidimos elaborar este guia com o objectivo de facultar informação simples sobre alguns dos aspectos mais relevantes do regime entre nós vigente.

Começando por destacar que a maternidade e a paternidade constituem valores sociais eminentes, todo os trabalhadores médicos, independentemente da natureza do seu vínculo, têm direito à protecção da sociedade e do Estado na realização da sua insubstituível acção em relação ao exercício da parentalidade.

Esta protecção na parentalidade concretiza-se entre nós através da atribuição de diversos direitos, que o trabalhador médico tem ao seu dispor para mais adequadamente poder conciliar a sua vida profissional com a sua condição, como é o caso das licenças parentais, da dispensa de trabalho em certas condições ou da possibilidade de conformação do tempo de trabalho.

Naturalmente, a protecção social na parentalidade não pode deixar de ser enquadrada com o regime de prestações sociais a ele associadas, existindo todo um conjunto de abonos e subsídios para as mais variadas situações, como é o caso do subsídio parental, do subsídio por risco clínico na gravidez, etc. (toda esta informação é facilmente consultável no site da Segurança Social - www.seg-social.pt).

Analisemos então concretamente os diversos direitos em que se concretiza esta protecção social na parentalidade, ao abrigo do Código do Trabalho (CT).

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